Archive for the ‘Uncategorized’ Category

Detectada a maior estrela conhecida!

Um grupo de astrónomos britânicos conseguiu, esta quarta-feira, calcular o peso da estrela R136a1, considerada a maior estrela conhecida.

Paul Crowther, investigador que lidera a equipa da Universidade de Sheffield que é responsável pelo estudo da R136a1, explica que a estrela já terá já pesado o equivalente a 320 vezes a massa do Sol. «Ao contrário dos humanos, estas estrelas nascem pesadas e vão perdendo peso à medida que envelhecem», disse.

Ainda assim, a estrela, que foi localizada na Nebulosa da Tarântula, na Grande Nuvem de Magalhães, a cerca de 170.000 anos-luz de distância da Terra, brilha com uma intensidade quase 10 milhões de vezes superior à do Sol.

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Meteorito cai em campo de críquete durante uma partida!

Vamos tentar “abrasileirar” a cena: durante uma pelada entre amigos, um goleiro está parado sobre a linha, concentrado, esperando a cobrança de pênalti do adversário. Um segundo antes do atacante correr para a bola, um objeto não identificado cai do céu a toda velocidade e parte-se em dois pedaços, um dos quais acerta em cheio o peito do goleiro.

Uma cena parecida aconteceu em Sussex, Inglaterra, durante uma partida de críquete. O esporte muito popular no que um dia foi o império britânico, mas desconhecidíssimo por aqui, estava sendo jogado por dois times amadores quando o jogador da base (chamada de wicket) de uma das equipes esperava o lance do rebatedor do adversário. De repente, caiu do céu uma pedra, em um ângulo de 90 graus.

Apesar de o jogador Jan Marzel, de 51 anos, ter sido atingido por um dos pedaços, ele não se machucou. Apenas ganhou uma ótima história para contar, já que logo foi constatado que a pedra não foi atirada por alguém. Marzel e um companheiro de equipe acompanharam a trajetória retilínea da pedra desde muito longe, quando avistaram um pequeno ponto negro no céu.

A pedra foi levada para análise científica, a fim de ser comprovado se realmente trata-se de um corpo vindo do espaço. Se a resposta for positiva, será o primeiro meteorito desde 1992 a cair na Inglaterra.

Sensor wi-fi pode auxiliar no controle da diabetes!

Boa notícia aos diabéticos! A invenção de um sensor que pode ser implantado na pele do paciente promete mudar completamente a forma como a maioria dos diabéticos controla a doença. O sensor tem a capacidade de transmitir constantemente dados sem fios sobre os níveis de glicose no sangue.

O dispositivo é um pouco menor do que uma bolacha recheada – cerca de 3,5cm de largura e um pouco mais de 1cm de espessura – e seria implantado no tronco do paciente. Ele conta com uma antena que transmite dados sem fios, uma bateria que dura a vida inteira e um par de sensores. Um sensor detecta somente oxigênio e o outro, a reação que envolve tanto a oxigênio e glicose. Não importa a densidade do tecido cicatricial ao redor do implante, a combinação de duas sensor permite que o dispositivo calcule corretamente os níveis de glicose no sangue.

A maioria das complicações do diabetes – da cegueira de ataques cardíacos – pode ser controlada com o monitoramento. O ideal mesmo seria um acompanhamento intensivo, que envolve a retirada de sangue do dedo através de uma picada a cada 15 minutos, tanto de dia quanto de noite. Porém, a maioria dos diabéticos não realiza esse procedimento – até porque, convenhamos, trata-se de algo quase desumano. E é exatamente por isso que o sensor wi-fi seria um alívio para quem sofre da doença.

A mais avançada tecnologia disponível atualmente para o monitoramento contínuo utiliza um sensor do tamanho de agulha que pica profundamente a pele e se conecta através de um cabo ou transmissor sem fio para um monitor. Ele fornece os níveis de açúcar no sangue em tempo próximo do real, mas também é um pouco volumoso e incômodo. Os sensores de agulha deve ser recalibrado diariamente e trocado a cada 3 ou 7 dias; antes que o corpo os incorpore pelo tecido da cicatriz e se torne inútil.

Isso, porém, não será um problema com esse novo sensor wi-fi, como explica o engenheiro da Universidade da Califórnia, David Gough, que liderou a pesquisa. “O sensor foi projetado desde o início para ser um dispositivo a longo prazo, e projetado para operar por períodos muito longos”, garante Gough.

Jaqueta Internauta que simula o toque de amigos

Você já sentiu vontade de abraçar um amigo durante uma conversa em um bate-papo on-line? Já desejou poder dar um cutucão em alguém enquanto falava no Messenger? Já quis dar um tapa na cabeça de um indivíduo com uma “twittada” ou um scrapp no Orkut? Cientistas do Instituto Tecnológico de Massachussets (MIT) desenvolveram um método onde o contatofísico e os relacionamentos na Internet nunca estiveram tão próximos.

Trata-se de uma jaqueta que simula o toque humano. Ela é toda equipada com chips vibratórios que envolvem todo o corpo da pessoa entre a cintura e o pescoço. Os chips do casaco têmtecnologia Wireless (sem-fio), conectada à Internet. Apertando um botão na jaqueta, o usuário pode indicar suas emoções, se está feliz, com raiva ou estressado, e essa informação é imediatamente repassada para a rede social com a qual ele está conectado.

A recíproca também funciona. São seis chips na jaqueta. Quando algum internauta responde a mensagem do usuário do casaco, este também pode sentir a resposta através de vibrações no chip. Ainda não foi descoberto um método para que o usuário saiba exatamente quem está respondendo, mas ele tem uma pista: quanto mais perto da jaqueta o remetente da mensagem estiver, mais forte é a vibração que os chips fazem. E há diferenças geográficas: mensagens vindas da mesma cidade fazem uma vibração na coluna, se vier de outros lugares do país, vibra o ombro direito, se for alguém de fora do país, massageia o ombro esquerdo.

A Jaqueta se conecta a qualquer rede social, e o usuário sabe em tempo real quando recebeu uma resposta. É útil, como explicam os desenvolvedores do projeto, se o usuário precisa sair de casa e está esperando apenas um “sim”, uma espécie de confirmação, que pode ser dada por uma vibração. E o sistema ainda está em fase de testes, pode se aperfeiçoar mais.

Por que adolescentes tem mais apetite?

Se você tem um filho adolescente em casa, provavelmente não para de se perguntar aonde ele consegue armazenar tanta comida em uma refeição, principalmente depois de uma manhã na escola ou de um futebol com os amigos.

Um instituto de saúde dos Estados Unidos fez um teste e descobriu que os meninos na faixa dos 8 aos 17 anos de fato comem mais do que as meninas. O experimento foi realizado com 200 estudantes americanos, que foram levados a um restaurante em dois dias consecutivos. No primeiro dia, lhes disseram para comer o quanto geralmente comem em um almoço comum. No segundo, deviam comer o máximo que agüentassem.

Divididos por idade, invariavelmente os meninos comeram mais que as meninas. Entre os pré-adolescentes (dos 8 aos 10 anos), a ala dos meninos teve uma média de 1300 calorias, contra 900 delas. De 10 a 13 anos, as meninas subiram e se aproximaram dessas mesmas 1300 calorias, enquanto a dos meninos se manteve estável. A partir dos 14, começou o arrastão nos pratos por parte dos garotos: nessa faixa, a média foi de 2000 calorias. E essa quantidade de comida, segundo os pesquisadores, é o que eles realmente precisaram comer, não foi preciso forçar até chegar ao ponto de passar mal.

As quantidades, na conclusão do estudo, foram relacionadas com as faixas de puberdade. Enquanto as meninas chegam ao estrião entre os 10 e 13 anos, os meninos ainda são crianças, e sua alimentação fica semelhante. Aos 14, as meninas param e o metabolismo dá um salto: a partir daí, começa a fase em que os meninos chegam em casa raspando a panela e querendo mais.

Pequenas bolhas de gás podem combater o câncer!

A luta contra o câncer parece ter recebido mais um aliado. Cientistas da Universidade de Leeds (Inglaterra) estão desenvolvendo um mecanismo microscópico capaz de destruir tumores. Trata-se de pequenas bolhas carregadas com medicamentos da quimioterapia, que podem viajar pela corrente sanguínea e chegar diretamente no local do tumor.

São bolhas minúsculas, cuja largura é dez vezes menor que a de um fio de cabelo. O procedimento funciona da seguinte maneira: as bolhas são razoavelmente resistentes, de forma a viajar pelo organismo até encontrar o tumor sem risco de se romper antes (o que poderia causar um grave problema, afinal são medicamentos muito fortes) do momento certo. Quando a bolha atinge o tumor, o corpo do paciente recebe um pulso de ultrassom, cujas vibrações fazem a bolha se romper e o medicamento ser liberado para combater o tumor.

Os cientistas explicam que a principal vantagem desse método será a rapidez com que se elimina o tumor: enquanto a quimioterapia é um processo longo e oneroso, que pode trazer (e traz) danos devido à alta exposição do corpo aos compostos químicos tóxicos, as bolhas vão direto ao ponto.

Além disso, o impacto causado pelo estouro das bolhas enfraquece o tumor, tornando-o menos resistente aos medicamentos usados em seguida. Nos próximos três anos, esperam os cientistas, devem estar concluíddos os testes com animais, e a partir desse ponto poderá se conceber o uso em humanos.

Urina pode ser usada como combustível!

Todo dia, pela manhã, você acorda e vai direto ao banheiro desperdiçar um pouco de um combustível valioso. Pelo menos é essa a realidade que está sendo criada por um cientista de um laboratório de Bristol (Inglaterra), que está usando a urina para gerar energia. Eles desenvolveram um robô, chamado de EcoBot-III, que funciona perfeitamente apenas à base de urina. O projeto levou três anos e meio para ficar pronto, e rendeu um prêmio de 564.561 libras esterlinas (algo em torno de um milhão e meio de reais!) ao seu criador, o biólogo Ioannis Ieropoulos. A máquina, basicamente, funciona da seguinte maneira: o robô é movido por “Células a Combustível Microbianas” (MFCs, na sigla em inglês), uma tecnologia que já era usada para gerar energia a partir de água de esgoto. A diferença, nesse caso, é que as Células usam culturas de bactérias que se alimentam da urina, a digerem e liberam energia no processo, colocando o EcoBot-III em funcionamento. O desafio agora é ampliar as bases de pesquisa nesse campo. Um dos problemas que ainda estão por resolver é que as MFCs, por enquanto, ainda funcionam apenas isoladamente e precisam estar ligadas a um gerador elétrico. Os pesquisadores pretendem criar uma espécie de “pilha de MFCs”, na qual várias células atuem em conjunto e de forma independente, o que deverá gerar muito mais energia. Antes de descobrir o uso da urina, Ieropoulos já havia tentado uma variedade de outros materiais biodegradáveis, tais como frutas podres, grama, cascas de camarão e moscas mortas. O objetivo era achar algo que, digerido pelas bactérias, gerasse o máximo em energia. Até agora, nenhum material teve o mesmo desempenho da urina, que é rica em nitrogênio e tem compostos como a uréia, cloro, potássio e a bilirrubina, um composto derivado da hemoglobina que é excretada pelos rins. Esse conjunto de elementos torna a urina quimicamente muito ativa, fazendo dela um combustível excelente. Ela tem, segundo Ieropoulos, um imenso potencial ainda não explorado na geração de energia, porque as MFCs ainda têm muito em que se aperfeiçoar. Retirar energia de produtos biodegradáveis pode modificar a maneira como tratamos nossos dejetos. Ieropoulos explica que não apenas a urina, mas outros rejeitos do corpo humano também teriam potencial para extração de energia, sem falar em outros líquidos que hoje jogamos fora, como a água de esgoto (a equipe do cientista já fez um “convênio” com a estação de tratamento de esgoto da cidade). A solução para o fim dos combustíveis fósseis, ao que parece, está em transformar nossos dejetos em combustível.